
A Polícia Federal (PF) concluiu, pela segunda vez, que não há provas de interferência do ex-presidente Jair Bolsonaro na corporação. A nova análise foi realizada após reabertura do caso por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
O inquérito teve início após acusações do ex-ministro Sergio Moro, que afirmou que Bolsonaro teria tentado interferir em cargos de comando da PF.
Segundo o relatório mais recente, não foram encontrados elementos suficientes para responsabilização penal, nem provas que confirmem interferência indevida. O caso agora foi encaminhado ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, que deverá decidir sobre um possível arquivamento.
