Justiça Desmonta Acusação e Absolve Policiais Militares no Agreste: Um Ano de Prisão Preventiva Sem Provas Abala Credibilidade de Denúncia do GAECO

A Justiça Militar de Pernambuco absolveu os policiais militares Orlay Soares dos Santos, Rivaldo Vieira da Silva, Waitá Teixeira dos Santos e Adalberto Campelo Alves da acusação de integrar organização criminosa. A sentença, assinada pelo juiz Rildo Vieira da Silva, afirma que não existiam provas, indícios ou qualquer estrutura que sustentasse a denúncia feita pelo GAECO.

Os quatro policiais chegaram a passar um ano presos preventivamente, período que agora se revela injustificado. Durante o processo, ficou comprovado que as interceptações telefônicas — base da acusação  não mostravam nenhuma articulação criminosa, apenas diálogos comuns. Testemunhas da própria Polícia Militar reforçaram que todos tinham conduta exemplar, disciplina e reputação ilibada.

Sem antecedentes, sem materialidade e sem qualquer evidência de crime, a narrativa de organização criminosa caiu por terra. A absolvição não só devolve a liberdade dos militares, mas também restaura sua dignidade e reacende o debate sobre como uma acusação tão frágil resultou em um ano de prisão preventiva  e quem será responsabilizado por isso.

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