Guerrilhas colombianas ameaçam reagir a ações dos EUA na fronteira com a Venezuela

Grupos guerrilheiros colombianos que atuam na região de fronteira com a Venezuela afirmaram, neste domingo (4), que estão prontos para enfrentar o que classificam como “planos imperialistas” dos Estados Unidos. A declaração ocorreu um dia após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro.

Em comunicado, o Exército de Libertação Nacional (ELN) declarou que pretende se unir a setores que chama de “patriotas, democratas e revolucionários” contra possíveis ações norte-americanas na região. Dissidentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) também fizeram ameaças, afirmando que lutariam “até a última gota de sangue”, se necessário.

Especialistas apontam que esses grupos possuem ligação com o tráfico de drogas e atuam em território venezuelano com possível conivência de forças locais. Diante do risco de ataques, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, determinou a mobilização de cerca de 30 mil soldados para reforçar a segurança na fronteira.

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